sábado, 1 de agosto de 2015

Homens também falam!

Há bastante tempo, aliás, durante muito tempo cresci com um paradigma que a sociedade pôs em minha cabeça: "Mulher quando se junta só sabe falar de homem".
Sim, sim. Exatamente desse jeito, sem direito a concordância nominal ou coisas do gênero.
Aceitei, pois é o que se deve fazer quando não se tem um contra-argumento e suas colegas da mesma espécie corroboram o dito generalizado.
Mas, eu não sou assim _ Pensei. 
Até que há alguns consideráveis meses a vida me mostrou não que a voz do povo não é a voz de Deus. _Sim, mulheres falam de homem,  embora eu não concorde que a todo momento, tampouco que todas o façam, quero dizer.... kkkk é notório que muitas preferiam sê-los que falar dos mesmos_ mas isso vai do gosto de cada uma. Enfim, o que eu descobri é que o personagem anteriormente secundário nesse papo, ou seja : "De quem se fala", também fala de mulheres e cá para nós:" Falam tanto ou muitas vezes mais que nós". Fato consumado, provado pelos mesmos, ainda que involuntariamente._Não 1, não 2, não 3_

É muito engraçado,no entanto, não sei se é mais engraçado a vida me mostrando isso ou todas as vezes que ouço tais falarem e por incrível que pareça, ou não, já ouvi falarem mais mal que bem.
Homem é tudo besta... Quando a guria é gata ficam babando, mas quando são feias eles DETONAM SEM DÓ. -Não há meio termo_.
O mais legal é que eu fico numa vontade louca de entrar no assunto, quando não, seguro-me para não rir. Porque, sem ironia nenhuma, É MUITOO ENGRAÇADO!!!

Reboque?
Um dia desses tinham dois garotos conversando sobre uma menina que um deles viu no ônibus e achou muito gata, mas que ele não conseguiu "chegar nela". Eu além de rir acabei entrando na conversa e mandei ele falar com a menina porque se ele não fizer ela provavelmente não fará e no máximo ele pode levar um fora, mas é normal porque acontece a todos. Percebi que os "homens", pelo menos atualmente, não todos, mas grande parte, tem um medo TERRÍVEL de tomar uma iniciativa.

 Há alguns meses quando conheci meu primeiro e até então único colega aqui do condomínio foi numa situação similar. Eu tinha descido para ler nuns banquinhos e então ele estava conversando com um amigo, falando de várias garotas "Fulana tem o apelido de Reboque, porque vive cheia de maquiagem" "E o cabelo de siclana, que ridículo" "Não, não, isso porque eu esqueci de beltrana, ela estava correndo ontem, eu acho, e estava meio suada, o rosto dela escorria sério, de tanta maquiagem". 

"Sabe ***, o cabelo dela é ridículo"
Não preciso nem dizer que eu não estudei né? Saí dali porque não estava conseguindo controlar o riso e não, minha timidez inicial não me deixou chegar lá e começar a rir com meus atuais colegas.

Enfim, sei que essa postagem foi meio lixo, mas eu achei muito interessante divulgar minha descoberta, visto que eu sou um ser muito observador e não sabia que os garotos falavam TANTOOO de nós mulheres.
Como minha mãe sempre diz: "Só devemos falar dos outros quando somos melhores", então, meninos "Parem de falar que mulher só sabe falar de homem, porque vocês são farinha do mesmo saco". kkkk
PS: Irei parar de rir quando isso deixar de ser engraçado.


sexta-feira, 24 de julho de 2015

E se...?

E se eu não me arrumasse mais para ir ao curso N°1?
Se eu decidisse usar a blusa da farda enorme e folgada, jeans surrado e all star desamarrado? 
Será que os elogios permaneceriam? 
Avistei pela janela do ônibus,  pois sou fã de observar pelas janelas,  uma senhora com cabelos azuis e minha mãe acha que eu sou brega.  Eu sou é arcaica.  E se eu pintasse?
E se eu mudasse? Não é loucura,  seria apenas uma fuga do comodismo.  Da mesmice. Da rotina.  E se?
Sou ainda muito cândida para o fazer ou seria mais correto denominar-me temerosa? Vai saber...
Isso nada tem haver com se revoltar, pode deixar de lado seu discurso moralista que generaliza os jovens como insanos e inconsequentes.  Tampouco quero chamar atenção,  pois sei que não careço disso para tal.  Mas e se? E se eu quisesse mudar tudo isso?
Uma cor nova, um batom ou simplesmente se eu quisesse usar burca e converter-me ao islamismo?
Isso em nada mudaria o meu ser e essa não é a intenção. 
Continuaria a ser quem sou quer seja isso bom ou ruim.
Todos nós precisamos de mudanças,  nossas vidas carecem destas e quanto às pessoas,  elas devem estar a  torcer para que ocorram. Pois uma vida estagnada não pode ser nomeada como vida, assim como existir não deve ser confundido com viver.  
O mundo é uma constante mudança,  nada mais justo que mudemos junto a ele.

#UmaHeliofóbica

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dezoito já?

Hoje fico demasiado feliz quando alguém diz que pareço ter 13 anos. Isso porque eu nem ao menos queria ter 18 :( , mas, como diz minha mãe "Se eu não fizer 18 morrerei", então, é isso aí. Conformar-me-ei, principalmente porque é bom enquanto ainda tenho 18, quando o peso da idade realmente chegar terei do que me queixar, ou não. Sei lá.
O incrível é que há muito esperei por esse dia, na verdade quando eu ainda era uma criança. Poxa, a verdade é que ainda me considero como tal.
Lembro que eu queria fazer coisas de gente grande: Usar salto, Sair com amigas, Ir à festas, etc. Hoje não almejo nada disso --'. O ser humano é incrível!
Mudamos tanto que com o tempo nem mesmos nos reconhecemos. Hoje pouco ou nada saio, odeio salto, festas e é raro me ver maquiada.
Lembro quando chegava o "Unicamente MEU DIA" era uma festa, não apenas por tais, mas por eu ser ainda mais agradada que de praxe,e é assim até hoje. Festas não mais, porque eu mesma preferi assim rsrs. Mimada eu? Julguem como preferirem. Já me disseram coisas piores.
A garota que usava as roupas e tamancos da tia, que pegava os tecidos da avó costureira e criava modelos de roupas, que pegava doces do bar do vovô escondido, do restaurante do tio com o primo..(kkkk bons tempos), que sempre foi um tanto criativa por fazer novelinhas, jornaizinhos, brincadeiras loucas e que já até criou uma escolinha de nome "Mamãe tô com preguiça", que já quis ser modelo, atriz, escritora, cantora, professora e até comerciante hoje se encontra menos utópica. Hoje eu não sonho mais em ter a mansão do Michael Jackson, nem mesmo quero uma mansão. Não quero sair de casa aos 18, nem ganhar na loteria, pois meus valores são outros totalmente distintos. Quem iria imaginar né? Nada disso me importa, família é difícil, mas pior seria não tê-la.
Sobre meu dia? O fim do mesmo foi cheio de surpresas e foi muito bom ver que alguns amigos lembraram de mim ♡♡♡.
Eu sempre ouvi que a melhor fase é a infância e quando a mesma se esvai tudo perde mais a graça, mas tão breve assim ou sofro a síndrome do "Amadureci cedo demais"?
Eu não sei.
Desejo à mim, principalmente passar no vestibular, isso sim me fará fazer uma festa rsrs. Enquanto isso, fica nisso. Estudar para Deus ajudar. Ainda que muitos me julguem chata ou monótona por isso.
#UmaHeliofóbica


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Os livros serão extintos???

Haverá o tempo em que as páginas não serão mais sentidas, alguns pensam. Digo que possivelmente, no entanto, torço para que não, ao menos não antes que eu possa publicar um livro (momento sonho *-*). Acontece que, da maneira em que as coisas estão caminhando é bem provável que não apenas isso, mas que muitas coisas se esvaiam também, assim como o Orkut e o MSN. kkk ou não né. Todavia, não sei se será tão breve assim...
Hoje tive no shopping, aliás, ontem. Não posso dizer que foi minha melhor experiência, visto que há tanto não o visitava, contudo, não devo falar que a saudade dos meus cadernos e cronograma de estudos inexistia, pois aí seria mentir e entre o fazer e calar-me...Bem, eu acabo falando! Eu não consigo guardar. Quem se importa?
O que posso afirmar, segundo minha tese, que por sinal ainda não passei para o papel, é que "Tudo é questão de hábito". A falta do primeiro (ir ao shopping) fez-me estranhar o novo ambiente, bem como a constante que é a rotina de estudos em minha vida fez-me querer refúgio em tal momento, visto ser minha área de conforto até então. Estranha? Prometi não me julgar como tal. À vocês, deixo que tirem suas conclusões. Enfim, essa não é a questão agora.
Ler né? Então.... O que eu posso dizer é que nunca fui muito focada nisso, aliás, lembro quando minha avó me enchia de histórias de fábulas, ainda tenho todas elas guardadinhas (sou bem cuidadosa com minhas coisas). Mas, a verdade é que eu nunca gostei de ler. Assim é como eu julgava. Digo, hoje, que me faltava não apenas hábito (farei minha teoria do hábito e postarei em breve) como também um incentivo maior. Não estou a culpar ninguém, até porque de nada mais importa, visto hoje eu me incentivar e isso já tem me bastado.
Como disse anteriormente, ontem fui ao shopping e não pude deixar de visitar a livraria, inclusive minha mãe acabou comprando dois livros para mim e eu estou super feliz. Julgava poesias, as dos outros, insuportáveis até a necessidade bater à minha porta e eu acolhê-la. Percebi que não só a falta de hábito imperava em mim como também a preguiça de pensar e interpretar os poemas. SANTO VESTIBULAR, MUDANDO MINHA VIDA!


Sabe o que me impressionou por estar em tal ambiente, que por sinal o único de todo o shopping o qual não me senti deslocada? Além da enorme quantidade e diversidade de livros, a também imensa quantidade de pessoas e isso, óbvio, fez-me refletir.
No agora, não me vejo sem um livro, haja vista estarem eles não só demasiadamente presentes em minha vida como serem tais principais responsáveis por minha evolução mental, se é que é correto assim dizer. Percebi não apenas que aprendi a gostar da leitura, não só por ser relevante e necessário, tanto para adquirir conhecimentos como "para passar no vestibular kkk", mas porque a mesma me satisfaz como pessoa. De verdade. Vejo tantas garotas, desculpem-me a expressão e por talvez estar sendo radicalista, FÚTEIS e isso me deixa exasperada. Meninas novas e que só sabem arrumar o cabelo, comprar roupas, falar em maquiagem, academia e coisas do gênero, no entanto quando se entra em um assunto que vai além do que seus restritos cérebros podem ir sentem-se acuadas como eu me sinto meio à tanta gente desse jeito. Isso não é um "NÃO SE ARRUMEM". Jamais! Digo, pois é essencial manter uma boa aparência e estar feliz com a própria imagem. Eu, por sinal, estou passando a me cuidar mais. No entanto, há mais que isso e quando mais pessoas perceberem, talvez as coisas andem, pois estas pararam de reclamar que o mundo não vai para frente e que faltam incentivos, pois elas o farão por si próprias e sentirão os benefícios não para o mundo, que será uma consequência, mas para si como indivíduos e seres humanos, que precisam ser alimentados por conhecimento.
Um dia desses, por exemplo, na verdade tem um mês eu acho, estava no ônibus indo para o curso N°1, enquanto isso lia um livro sobre Revolução Industrial e, então, um rapaz, cujo segurei o bornal, olhou a capa e falou alguma coisa, enfim, começamos a conversar e foi uma conversa tão bacana, pois foi além da rotina, das mesmas coisas que as pessoas falam. Foi conhecimento mútuo sendo postos em prática e opiniões trocadas de pessoas que sabiam do que estavam falando. Senti-me satisfeita e ganhei minha manhã.
As pessoas olham, pois não estão habituadas a isso, o fazem por ser incomum cenas assim. Enfim, voltando à livraria...
Impressionou-me a quantidade de pessoas na mesma, impressionou-me que havia crianças e eu acho maravilhoso ver que nem todas foram corrompidas, não por completo, pelas tecnologias. Estou a fazer por mim e acredito que minha família aos poucos esteja se envolvendo na "ideia". Convenci-me de explorar o potencial de meus irmãos e leva-los, não a passarem o dia inteiro como eu estudando, até porque eles estão no ensino fundamental, mas a pensarem, a lerem e entenderem o que estão a ler. Saímos hoje de lá, cada um com um livro, eu com dois porque sou a melhorzinha como diria um amigo dos primórdios kkkk.
E, então, como de praxe, mudei minha opinião, talvez os livros não se esvaiam... "Pois há quem os valorize, os ame e necessite deles". Talvez no futuro não gerem tanta rentabilidade devido à praticidade que estaremos expostos. Pode até ser que eles estejam a disposição de quem os quiser de forma gratuita, tipo: " Leve, não vai lhe custar nada!", entretanto, esvair-se é uma palavra muito forte, pelo menos por agora e se queres saber, sinto-me feliz por isso, pois mais difícil que criar um hábito é se desfazer do mesmo. Mais difícil que gostar é desapegar e hoje me vejo assim, amiga de quem menos imaginei ser!

#UmaHeliofóbica

terça-feira, 23 de junho de 2015

Anti-social?

 Talvez se pudesse eu escolher optaria por ser um pouco diferente.
Desejaria comunicar-me mais com as pessoas, de forma a mostrar que tenho conteúdo e sei muito bem o disseminar, no entanto, sinto-me muitas vezes presa ao comodismo da vida e tentada a passar mais uma data comemorativa em meu quarto.
Julgo ter um bom motivo, mas as vezes penso: "Será que quando passar o tal vestibular eu realmente darei-me o descanso que tanto digo? Será que mudarei a rotina? Sairei como disse que faria? Tornarei a entrar nas outras redes sociais? Utilizar o celular? Manter minhas novas amizades? Viver? como dizem as pessoas". Não sei. Aliás, eu nunca sei de nada, contudo, admito que tenho forte e horrível tendência em me deixar afetar pelo que as pessoas falam, seja coisas para o meu bem ou simplesmente frases jogadas como "Você está magra demais ou Que cabelos são esses e novamente está magra, sol faz bem". Sabe que as vezes não é que tais palavras afetem-me de forma a deixar-me chateada, entretanto torna-se maçante, cansativo, exaustivo e repito "tenho tendência a fixar isso a meu psicológico" e o que me faz mal não é eu me privar de certas coisas,mas a enxurrada destes comentários querendo mostrar-me que tudo o que estou a fazer não está certo.
Acredito que se eu não estivesse estudando para o vestibular não teria a opção ficar em casa ou talvez sim... kkkk sei lá.
Sempre fui das que se sentem deslocadas em festas, das que se sentem as mais mal vestidas, das que ficam na mesa comendo e torcendo para que tudo acabe, das que ouvem as frases importunas de parentes que desconhece e ri sem graça para não lhes dizer que isso é chato e acabar sendo desagradável.
Há coisas que não mudam, ainda que queiramos e só com o tempo percebemos se realmente vale à pena querer que mudem porque os outros acham conveniente.
Ouso pop enquanto, agora, mais de 80% da cidade escuta forró ou algo similar e isso me faz bem, além da janela, o barulho de fogos de artifício, o cheiro de fumaça. Não sei se eu faço companhia a Luma (a cachorrinha da família) ou ela quem torna o clima mais agradável à mim, de qualquer forma, é o que temos para hoje. Resta-me algumas leituras pendentes e a última refeição do dia antes que me esqueça.
À todo que curtem, um Bom São João  e por favor "Parem de queimar dinheiro com fogos"
rsrs' Brincadeira, façam o que acham que deve ser feito ^^
 
#UmaHeliofóbica



segunda-feira, 15 de junho de 2015

Monotonia!

Há aqueles em que simplesmente cansamos de tudo, cansamos de todos e a fim de não cometermos uma atrocidade sob nossa própria vida procuramos outras formas de fugir da rotina e de tudo aquilo que vem nos provocando tamanha mudança de emoções.
Costumo denominar-me como pessoa inconstante, visto que estou a todo momento mudando minhas emoções, portanto posso considerar-me bipolar e digo pelos que convivem comigo que não é tão fácil assim o fazer, digo, conviver.
Há momentos em que a comida nos irrita, os mesmos ônibus, o mesmo percurso, as mesmas pessoas, as mesmas falas, as mesmas coisas. Acordar X hora, banheiro, comer, se arrumar, curso 1.... e terça e quarta e quinta e sexta....
Não quero ser comparada ao Poeta Augusto dos Anjos pela forma pessimista que ,talvez, possa eu estar a me colocar, mas sabe, leitor, as vezes precisamos de mudanças e sim, eu sei que somente nós podemos efetivar a mudança em nossas vidas.
Pego-me tentada a postergar a fazê-las devido ao comodismo que tal mesmice me propõe, pois quem diz que mudar é fácil mente, pois quem diz que tirar um tempo para reprogramar a rotina, mudar o percurso, o horário, as pessoas... está a mentir, pois o mundo cada vez mais nos limita ao maçante, nos restringe ao de praxe. Pois progressivamente temos menos tempo de pensar e acabamos não percebendo o que nos entristece ou nos frustra, o que nos estressa e o que faz de nossas vidas um ciclo vicioso de... Sei lá como definir.
Sai um pouco, vai ao shopping, não faz isso com tua vida _Ouço isso de pessoas que sei que se importam comigo, no entanto ainda que eu saiba que estão certas_ postergo_, pois o comodismo parece me atrair e cada dia mais vejo minha vida estar sendo posta de lado sei lá mais porque...na verdade sei, o conformismo pela rotina que parece ter se fixado a mim.
Há momentos, falo por mim, que a realidade é um tanto dura, mas que mudar parece ser bem pior. Ainda que eu adie chegará uma hora que cansarei de o fazer, então, espero, desde já, ansiosa por tal dia.
A vida é dura, porque não é fácil, no entanto como sempre costumo dizer "Se fosse fácil não haveria graça alguma". Será mesmo? Eu já de nada sei


domingo, 7 de junho de 2015

Não é por mal, eu só detesto grude!!!

Penso eu por vezes que minha mãe se irrita com minha, não rara, indiferença para com o mundo e com as pessoas. Veja que não me refiro a indiferença à ela e não que a mesma tenha me relatado isso, mas, você sabe, leitor, que há muitas coisas nessa vida em que não precisam ser ditas e que muitas vezes, senão em 99% delas, o olhar fala bem mais que as palavras.
Eu acredito que conheço minha mãe, visto que sou um tanto observadora e reflexiva sobre o que à mim compete ser refletido e esse faz parte de um dos fatores para tal conclusão.
Se algum dia eu passar por ti "fechada" e te evitar não me leve à mal, só não estou em um bom dia e não quero estragar tudo. Se achares estranho que do nada me afasto de ti repense tuas ações para comigo e se não me fez nada, aparentemente, pode-se, então, chegar à 2 conclusões, ou fostes tu desmedido nas demonstrações de zelo ou estou em um momento de inconstância, em um pico tremendo, talvez, em que não quero olhar para ninguém, falar com ninguém e só minha presença, talvez, me agrada. Por sorte, minha e das pessoas, há muito não me sinto de tal forma. De fato só vim reparar isso agora, posso considerar como uma melhora. Talvez seja porque não vivo tão rodeada de pessoas quanto estive no ensino médio.
Se há algum amigo meu que está lendo esse post... Ora do que estou a falar, eles se foram. Estou, hoje,  reconstruindo meus círculos de amizade progressivamente e em menor quantidade a fim de conseguir dar conta de todos. Enfim, peço que não me leve a mal se algum dia eu for super legal contigo pessoalmente e por rede social eu te ignorar ou suprimir a conversa. Eu sou assim com todos e é devido à esse meu comportamento abominável que decidi parar de usar redes sociais, facebook principalmente. 
Ora, não tenho tempo para olhar a vida de pessoas que não me interessam e sou agora adepta, quanto aos que moram em minha cidade, que os que desejarem me ver terão de vir à minha pessoa ou o "acaso" terá de dar um jeito de nos esbarrarmos. 
Claro que foi devido a tal comportamento, à aversão por redes sociais e aos estudos, no entanto não culpo este último, mas foi por estes fatores que desfiz meus laços de amizade e por mais que eu não fale, que eu não marque para sair e prossiga a ignorar esse não é um significado de que estou completamente alheia aos mesmos. Sinto saudades de cada um e da escola que julguei ser o motivo de minha infelicidade.
Está aí, para você tirar algo útil de um texto aparentemente sem nenhum significado senão para mim. Nem sempre as coisas são como pensamos que sejam e as pessoas que menos demonstram são muitas vezes as que mais sentem.
Não peço para que façam papel de utópicos, idealizando e criando coisas inexistentes, apenas não guardem magoas se alguém se distanciar de ti, muitas vezes não há escolhas e em outras temos de abdicar para obter outras. Quando não, não é por mal, vai ver a pessoa está a viver um momento de inconstância, talvez infindável.