sábado, 4 de março de 2017

Sumi por razões nobres (sobre esses muitos dias sem postar)

Já passa das 00:00h de domingo e hoje o fato de permitir-me ir à cama um pouco mais tarde, na verdade bem mais tarde que o convencional, é não somente pela cesta mais que merecida de mais cedo, como também por maus pensamentos terem me invadido quando me deitei..Quero dizer, inoportunos, e se o são, a forma mais benéfica é buscar meios para evadir deles.
A verdade é que não sei em exato o que falar, mas como estou há tanto sem publicar e como isso, têm feito falta para umas das que me acompanham, decidi por escrever, sendo este um local onde a liberdade de expressão e autonomia de minha escrita é completa ou quase kkk...Que bagunça...Ahh...Sabe o que li em um livro essa semana e que me deixou frustrada e revoltada? Outros jornalistas podem mexer em meu texto quando, mais tarde, eu estiver em minha profissão. Sim, eu já sabía que editores o faziam...o que já é ruim e cerceador, mas o livro dizia: Os textos jornalísticos seguem tão um padrão, que parecem, a quem os ler, que foram escritos por uma única pessoa.
Faça tudo, mas não se envolva nas minhas escritas.[...]
O fato de eu ter sumido é a famigerada faculdade.
Estive, nesse último mês, em uma empreitada rumo à minha primeira reportagem especial com direito a entrevista e visita à escola que, desde criança, por motivo desconhecido, sonho ao menos pisar os pés.. Pois bem, pisei kkk e mais que isso..Enfim, o tema não é esse, mas só estou esclarecendo. fiz uma reportagem sobre o novo ensino médio. Foi uma experiência incrível, conheci pessoas novas, me aprofundei no tema, abri horizontes, tive nova perspectiva e conhecimento de causa para discutir meu ponto de vista sobre e...cara..foi incrível..O problema é que, talvez, a rígida professora de quem tanto gosto, tenho que admitir, já que foi a mesma a responsável por fazer o curso ganhar vida para mim-confesso que já estava começando a ficar com medo por estar no 2° período e não me vir empolgada-, bem..talvez ela reclame comigo porque fui extensa demais (em minha defesa ela não delimitou número máximo caracteres kkk), talvez ela reclame porque fui pomposa, como já o fez (jornalista tem de ser direta, objetiva e comunicar com, linguagem fácil e acessível--a minha defesa, digo que estou mirando em veículos que me permitam ser essa exceção) e por fim, você deixou muito clara sua posição (espero não ter sido tendenciosa).
Uma colega de classe questionou se tenho mesmo essa necessidade de dar minha opinião...Mano..Eu raramente procuro me envolver e dar opiniões, principalmente quando não estou por dentro e sei o superficial...quando tenho uma posição sobre algo eu gosto muito de deixar claro sim e, em minha defesa: Sou jornalista atuando como mediador e que, não posso me omitir a instruir e desmistificar a questão ao leitor, o que não sería muito possível em uma reportagem neutra. O fiz, ainda que seja uma reportagem que não será divulgada. Estou prognosticando minha nota e os comentários, mas estou resistente a mudar.. Tenho muito apego a minhas escritas.
Esse período está confirmando as expectativas que eu tinha.."Vai ser um período que vai exigir muito de mim, mas eu vou gostar muito dele"_É engraçado que foi exatamente o que eu disse ao iniciar as aulas e está a ocorrer.
Atrasei-me nas 2 primeiras semanas por um eventual que, inclusive, findou a prejudicar-me ainda mais outras semanas e com isso acumulei material e perdi um pouco o foco..Mas...o importante é que agora estou 100% focada em meu curso e com excelentes notas, diga-se de passagem...
É interessante porque eu não tenho vida social, abdico de várias coisas..esse último mês da tal reportagem principalmente, mas eu me sinto muito feliz e realizada. Eu passo a tarde na biblioteca aprimorando meus conhecimentos e gosto de elevar minha carga de conhecimento. Eu fiquei de 15h às 23:30h dessa sexta concluindo minha reportagem, a qual já arrumei outro tanto ontem e o farei mais tarde depois de minha madrugada de sono, e isso não faz eu me sentir sobrecarregada negativamente.. Ao contrário, as horas passam sem que eu perceba porque estou fazendo o que eu gosto e isso é, sem dúvida, a coisa mais impagável que existe.
Há alguns meses, escrevi uma postagem e citei algum trecho de uma conversa que tive com um colega, em que o mesmo perguntou se não sería melhor eu ir para a área de estética (com todo respeito, amo a área, mas me senti ofendida..como se eu não fosse a melhor pessoa para atuar nisso..como se por eu gostar tanto de estética fizesse de mi m fútil e superficial.."Eu posso ser tudo e nada..EU ouço funk e Beethoven; Já cheguei a passar o dia inteiro vendo vídeos sobre cabelos, mas sei desenvolver uma conversa que não envolva os mesmos") e sobre eu gostar do meu curso mas não me vir empolgada e tão envolvida como muitos outros...E agora de fato posso dizer: Não me vejo fazendo outra coisa se não atuando nessa área, que me proporciona o deleite que é utilizar as palavras para expelir qualquer coisa que eu queira..É mágico e inexprimível...E engraçado porque por mais que eu tenha uma relação excelente com as mesmas, às vezes falta-me forma ideal de dizer exatamente o que quero... mas não há mal nisso.
Perguntaram se desisti do blog kkkk jamais
Só dei um tempo porque realmente não estava dando e eu estava sem inspiração..."Não é pretexto de quem escreve, eu juro...Ao menos falo por mim".
Aliás, eu nunca paro de escrever...só que nem tudo que eu escrevo eu quero publicar... ao contrário, a maioria de minhas escritas são guardadas a mim e não porque as acho indignas...jamais
Lembrei de uma escrita que fiz enquanto esperava na fila do restaurante..um trecho dizía: "Uma vida sem escrita não pode ser chamada de vida"...ou algo assim. Está pelos meus cadernos kkk..enfim
Muitas das pessoas não me compreendem, julgam subterfúgio, principalmente por minha fama de antissocial, mas eu de  fato, pela primeira vez, decidi pensar em mim e no que é transcendental a mim nesse momento: Minha vida acadêmica e meu futuro profissional..
Até porque..as pessoas não pensam em ti quando simplesmente está em jogo coisas relevantíssimas a elas, nem as deixam em segundo plano..decidi fazer o mesmo. Não por egoísmo, mas por saber o resultado dessa troca nada justa..Contudo isso é, talvez, um tema para uma próxima postagem..No mais, só esclarecimentos.
Agora meus olhos ardem e preciso de minha cama..Estou tão invadida pelo Sr. Sono que quaisquer pensamentos não hão de vir nem se quiserem kkkk.
Beijo a cada um e até breve :)
PS: Desculpa se não falei nada com nada kkk...talvez seja o sono.

#UmaHeliofóbica

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Faça o bem sem olhar a quem!

Nunca mantive, nem ao longe, a melhor relação com os ditados populares. Contudo, hoje me permitirei abrir uma exceção pois que percebo se enquadrar exatamente ao que quero falar.
Costumo dizer, a mim mesma, que sou uma menina em estado de plena confusão. Aliás, digo mais, que está imersa em tal ou, na pior das hipóteses: Sou a confusão.
Mas sabe que parei para refletir, como sempre faço quando me sinto desnorteada, e cheguei à conclusão, não exatamente agora, de que não sou uma pessoa ruim.
Taaa... acho que já devo ter comentado essa minha incrível descoberta_ Tão incrível que compartilhei e estou tornando pública novamente. Incrível pois me ajudou a mudar minha visão e tratamento encerrados por mim a mim mesma.
Disseram-me, hoje, palavras que possivelmente estava eu carecendo escutar: "Você deve fazer as coisas sem esperar algo em troca". Não que minha mãe já não o tenha repetido 1 trilhão de vezes, porém parece, como a mesma costuma falar, que só ouvimos quando são expelidas de outrem. E como um de meus lemas é: "Quando muitos falam a mesma coisa é porque há um fundo de verdade"... Talvez vocês não concordem, mas todas as vezes em que ouço repetidamente algo dou certa credibilidade, no mínimo, para refletir a respeito e chegar às minhas conclusões... Desse modo, é o que estou a fazer. [...]

Certa vez, há não muito tempo, tinha um amigo, aliás, colega..._ é que muitas vezes acabo me apegando tão rápido que considero mais que muitas pessoas de maior convívio_.
Enfim, esse colega era super gentil e engraçado, de modo que eu desenvolvi mais que empatia, "considerava-o pacas"_como costumo dizer_. E, então, numa quinta (kkkk brincadeira, não lembro o dia) ele, do nada, foi super indiferente comigo, não olhava na minha cara e disse que não tinha nada de errado, que ele era assim e pronto.
Mano (Uma gíria que estou usando demais --') pus-me estarrecida com aquela recepção dele e a forma de tratamento dispensada a mim. Sim, eu chorei muito. Por quê? _Porque por menos sensível que eu tente transparecer, por mais rude e séria e fechada e apática que eu me demonstre, percebo que em muitos momentos sou a pessoa mais humana e sensível do mundo.
Depois disso eu segui...não de ímpeto, mas gradativamente e, algum tempo depois ele veio me pedir desculpas..obviamente eu desculpei, até porque só guardo os alegres momentos que tivemos, mas não mantenho mais contato.
Acontece que esse não foi o primeiro episódio, muitas outras questões dessas já ocorreram e eu sempre digo: "Acho que sou a única pessoa do mundo que não aprende..que só se ferra com as pessoas".

E como, para nós do jornalismo "Os fatos não são só os fatos", carrego isso para minha vida: "É importante conhecer o histórico de vida das pessoas antes de julgá-las".
Já passei por momentos em que me propus a não mais confiar, não acreditar, sequer querer contato com as pessoas, porque quando eu gosto, doo-me muito, em nível hardcore kkkk...talvez, hoje não tanto...E quando elas não correspondem às minhas expectativas eu fico muito, muito, muito, muito..já falei muito? muito mal..na bad, triste, sorumbática, malcontente, prostrada, desalegre...Acho que deu para ter noção.
A decepção só é tão triste e estigmática porque ela nos vêm daqueles que detêm nossa confiança, carinho, afeto...E quando paramos para pensar: "Nossa..Se eu não posso confiar em meus amigos ou pessoas que considero como tais, em quem posso o fazer?". 
Sentimo-nos, então, desalentados, desamparados, jogados numa calçada suja, onde nosso único protetor é o papelão e nossos companheiros são: a chuva, os cachorros e as drogas...
É uma analogia dramática possivelmente, mas foi um exemplo que encontrei e que talvez se equipare à situação.
E quando me percebo cultivando tudo aquilo de ruim, devido a todas as desditas da vida, peço-me que pare..Evito pensar ou se o faço, tento lembrar somente das coisas boas que tais pessoas me proporcionaram..Ahhhh e como eu faço isso kkkk
Pois que já tenho magoas demais de longa data...Magoas que talvez nunca cessem e para quê cultivar outras tantas de novas pessoas que ao menos em seletos momentos me foram boas?

Um dia estava conversando com minha avó, não lembro o que exatamente...mas lembro que fiz uma pergunta..algo como: "Por que a sra. continua acreditando nas pessoas se sabe que elas vão fazer o mesmo?".
Ela me respondeu: -Não podemos perder as esperanças nas pessoas.
E é isso que venho tentando...Por mais duro e íngreme...por dadas vezes dolorosíssimo que seja...
Não sou uma pessoa ruim quando me fecho para o mundo ou quando sou rude e áspera como forma de autoproteção, sou apenas uma pessoa que está, como diría minha outra avó: "aprendendo a viver", e tenho tentado o fazer...apesar de não saber exatamente o que se entende por saber viver...penso que seja, em um dos inúmeros conceitos: "Saber que nada é perpétuo e que, assim como eu, as pessoas não são ruins. Que delas, só devemos levar, para nosso próprio bem, assim como das situações e de tudo que nos é proporcionado , como diría minha mãe, "as coisas boas"".

PS: No final, não sei se teve um link direto com o tema, mas como disse: Não sou boa com ditados kkkk..Então vocês vão me perdoar porque vai ficar isso mesmo.

#UmaHeliofóbica

domingo, 25 de dezembro de 2016

Importância...

E em mais uma dessas noites fiz o de costume: refleti
Mas, refleti de tal forma a fazer enorme retrocesso para que caísse a fixa de coisas que estavam há tempo jogadas em minha face.
Nessa noite rememorei momentos e pessoas de grande relevância em minha vida e que para com algumas não fui das mais justas quanto ao tratamento ou mínima consideração.

Refleti sobre o que estava a fazer e o grau de importância disposto a cada uma que compõe meu cotidiano.
É como algumas mãe que não distribuem igualmente o amor entre os filhos. 
E por mais que não seja por total pertinente denominar o conceito de certo, analisei se estava fazendo o que julgo correto para a minha vida.
Lembro que já li ou ouvi em algum lugar algo como: "Não adianta procurar amor em quem não sabe amar".
E foi aí que me caiu a fixa.
Caiu-me a fixa do quanto estava a distribuir erroneamente meu carinho para com as pessoas que estão em minha vida ou sobre como eu procurava novas para tal enquanto sempre houve especiais bem ao meu lado.
E digo isso, meu caro leitor, pois hoje me pego em situação que nunca me imaginei. Pois me vejo confusa, temerosa, receosa de a vida estar me dando uma oportunidade ou apenas fazendo-me pagar por não ter sido um dia quem devería ser.
E eu espero, de coração, que esteja totalmente equivocada a canção de "Lulu Santos- Como uma onda".
Pois que, hoje, depois de despertar das idealizações e desditas da vida me vejo tentada a recomeçar e o fazer da melhor forma possível.
Meu leitor, é tão íngreme me expressar como realmente gostaría, uma vez que nesse momento faltam-me palavras para que eu possa expelir melindrosamente meus sentimentos.
Sentimentos que jurava não os ter e que agora me corroem, invadem-me e fazem-me me sentir completa e vivaz outra vez. Ainda sem que eu saiba exatamente do que se trata.
A vida tem dessas coisas, mas somos nós os únicos responsáveis pelo que ela nos é ou nos parece ser. E veja bem...por mais que nos pareça dura, ela está apenas nos dando mais uma oportunidade de aprender

Às vezes precisamos nos afastar de coisas e pessoas para sabermos da importância que elas têm para nós.
Às vezes precisamos encontrar e nos deparar com outras que nos são terríveis para termos como lição o quão ordinários já fomos
E precisamos delas para valorizar e perceber as boas..
Às vezes é realmente tarde demais, mas nunca é tarde demais se notarmos que vale a pena tentar

E por esses dias, pedi a Deus: Por favor, dai-me paciência.
A vida passou, então, a me testar e nesses testares tenho sido ensinada a ser mais paciente
Paciente, pois já o foram e o são tanto comigo que tenho, eu, imensurável gratidão kkk
E, sem querer, percebi que pedi a Deus o que mais preciso nesse momento
Paciência para retratar-me e mostrar que estou disposta a ser o que não fui, paciência para obter aquilo que acima disse valer a pena tentar.
E que vale. Por mais confuso, por mais custoso e moroso
Quem disse que o melhor é aquilo que conseguimos sem muito lutar?
E quero o fazer, estou a fazer e procederei em tal empreitada.
Não como outrora, quando pensava nas coisas como conquistas que eu desfazer-me-ía quando as conquistasse... É diferente e não acreditam quando digo pois que não costumo ser, eu, assim.
Tudo é como dever ser, mas depende apenas de nós mesmos mostrar-nos merecedores daquilo que nos é destinado ou se pedimos, todos os dias, pelas nossas ações, para provar cada vez mais dos infortúnios da vida.


#UmaHeliofóbica

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Moça, onde você aprendeu tudo que sabe?

Olá pessoas que me leem,

Sabe que ontem, por mais exaustivo e desgastante psicologicamente que tenha sido meu dia ele, ao menos, serviu-me de inspiração para mais uma postagem. E é por isso que eu digo: Nada, por pior que seja, é tão ruim ao ponto de não poder ser retirado ao menos algo benéfico.

[...]

Hoje, principiei meu dia com uma excelente notícia, para compensar o supracitado: Segunda as aulas podem voltar. _E eu preciso detalhar a minha felicidade? Não havería como.

A verdade é que há alguns anos, logo quando terminei o ensino médio, disse a minha mãe que não quería mais fazer faculdade, uma vez que eu não consegui passar de imediato. Falei também que faría um curso técnico ou qualquer coisa, e que me contentaria com um salário mínimo.
Maaaasss, como vocês sabem, não dá para viver decentemente com um salário mínimo e como a vida é uma excelente pessoa (mesmo sem sê-la fisicamente kkk) colocou em minha cabeça o que minha mãe chama de "juízo".
Como já mencionei em outras postagens, não foi o trabalho mais fácil ingressar na minha universidade.
Primeiramente, eu meio que tinha desistido de seguir estudando, depois, pessoas incríveis foram postas em minha vida e isso foi, sem dúvida, o que mais influenciou tanto na escolha do meu curso quanto na minha percepção de que, sim, sería eu capaz de entrar na universidade pública.
E com um longo e árduo ano, 2015, foi cheio de tristezas, abdicações e choros. Para, então, somente nesse ano, eu poder colher os frutos dessa longa empreitada.
E é por isso que eu não admito quando alguém abre a boca para falar merda sobre o lugar que só tem me feito crescer a cada dia.
Desde que ingressei me percebo com uma visão que jamais imaginei deter um dia. 
Vejo-me como mais amadurecida e em constante processo de aprendizado. Aprendizado com as pessoas, com as experiências, com as vivências e convivências, as diferenças, o apoio ao próximo. Pois estar lá não é como muitos imaginam.
Digo, leitor, que não é tênue a linha entre o idealizar e a realidade. E veja que tenho conhecimento de causa. Eu que durante 19 anos , como costumo falar, sou a menina das fantasias. Mas, sabe que isso não é de todo ruim?! Acho que faz parte de meu espírito de jovem que adora escrever e se expressar por entre discursos prolixos.
Lá eu aprendi conceitos que nunca tinha ouvido falar, venho percebendo, de fato, que devo me dedicar se eu quiser passar (Pois é pessoas, não é decoreba como vocês imaginam) e melhor......por mais que muitos falem em nota e diploma, o que pude ouvir, das pessoas as quais convivo foi: "Eu prefiro fazer aos poucos e ter certeza que aprendi do que pegar várias matérias, reprovar ou passar sem aprender". Sim, é interessante perceber que a consciência é outra. Diferentemente do que muitos que estão de fora entendem por faculdade.
Sim, é facultativo. Ninguém lhe obriga, meu caro. Mas, é de extrema relevância em sua vida como indivíduo e como profissional.
Acho tão desnecessários discursos dúbeis ditos com tamanha precisão e certeza.  Acho tão dispensável. Tão desprezível a voz da ignorância.
Ninguém lhe obriga a nada! É muito importante que isso fique agora esclarecido.
Agora é seguinte: As regras do jogo são: Você estuda, dedica-se, faz universidade, curso técnio, o que quiser... e isso se reflete em sua vida financeira (PONTO)
AHHH Adriann, mas existem pessoas que nem fizeram o ensino médio e são bem sucedidas.
Claro que sim. Como em regras, haverá sempre exceções. 
Meu tio, por exemplo, é prova viva disso.
Enfim, o que quero dizer é: Nortear-se por isso é o que DE FATO te tornará o que denominamos burro.
A universidade não é propriamente o diploma. É MERA IGNORÂNCIA QUEM PENSA DESSA FORMA (PONTO).
E quem está lá e ainda pensa assim é mais desprovido de inteligência ainda.
O diploma é necessário, é ele quem te dará credibilidade, (muito embora nem todos que saiam de lá estejam aptos),o que nos é possibilitado no momento em que ingressamos vai muuuuuuuuuuito além das disciplinas obrigatórias e optativas (PONTO).
Daí vêm, nesse momento, muitas pessoas que dizem que temos que "quebrar o sistema"_ Corroborando a visão que muitos já possuem sobre jovens serem rebeldes e baderneiros.
ps: Muitas que estão, inclusive, na universidade. Só para constar.

E quem disse que o sistema é necessariamente ruim em todos os aspectos?
E quem disse que é insignificante o convívio com regras ou padrões, ou chame como quiser?!
Há quem trate universidades como apenas pela obrigatoriedade do diploma. 
Existe quem faça por isso, como aqueles que fazem por amor.
Eu, por exemplo, em minha profissão não há obrigatoriedade do diploma, mas eu quero..Veja bem "EU QUERO"
Mas, quem disse que a obrigatoriedade é algo ruim?
Tudo depende da forma como você enxerga as coisas
Eu vejo como estímulo, forma de crescer, diferenciar-me
É como você precisar de uma cirurgia com urgência, entregar sua vida nas mãos de uma pessoa cujos precedentes daquele que te operará não se sabe...É como você ir em busca de um medicamento e não ter o selo da ANVISA.
Qual a credibilidade?
Precisamos cada dia mais disso. Pois a cada brecha dada sempre haverá espertos para tirarem proveito

Certa vez minha avó falou o seguinte: Só há uma coisa que não lhe podem tirar: O conhecimento.
E por conhecimento temos um conceito bem abrangente
Ele não está preso nas salas de aula como fizeram-nos acreditar. Mas, elas são, sem sombra de dúvida, essenciais. E quando falo sala de aula, não propriamente estou falando somente dos livros e apostilas e conteúdos que o professor passa. Refiro-me também a conhecimentos de mundo, conversas jogadas, experiências trocadas...

É difícil falar isso para quem pensa diferente
É difícil falar quando quem está do outro lado não está disposto a ouvir
É difícil falar de pessoas, estar com pessoas, dialogar com pessoas.
Porque pessoas são diferentes, com mentes e posturas destoantes,  mas não necessariamente por isso devemos ser extremistas ao ponto de dizer que não gostamos de gente. Talvez, aqueles que odeiam tanto gente, esteja totalmente impregnado com o problema. Sería ser muito presumido achar que todo o resto quem está errado. E a prepotência é uma das coisas que torna o indivíduo não só cego como burro e impossibilitado de adquirir conhecimento. Uma vez que pensa ser o dono da razão ,onisciente.
E se você ainda se pergunta a resposta do título, respondo-lhe agora: aprendi com as pessoas. Tudo que sei eu agradeço a todas as pessoas que, de alguma forma, independente de classe ou nível de instrução veio a mim em algum momento. Direta ou indiretamente e que me foi capaz de agregar conhecimento. 
Palavras duras são importantes, mas quem disse que é fácil ouvi-las?
Opiniões contrárias, confrontos...Isso é a vida...Essas são as pessoas
Ninguém disse que sería fácil, mas não é por não sê-lo que tudo deixa de fazer sentido.

#UmaHeliofóbica


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Valorize a oportunidade de viver

E foi me dada a chance que de muitos fora tirada: A de viver.
Nos noticiários, percebemos vidas ceifadas, bebês que morrem antes mesmo de sair do útero. Mas, isso não se trata de pôr em questão a minha opinião acerca do aborto.
E me pego constantemente a questionar sobre o porque de estar posta aqui. Vejo-me confusa.
Vivo cada dia. Uns mais, outros menos
Numa tentativa de ser melhor e de me tornar uma pessoa mais valorosa.
Pois em meio a tudo aquilo que estimamos e idealizamos como razões para a felicidade, acabamos deixando que passe desapercebido pelos nossos olhos a real felicidade, viver.
E viver no simples ato da palavra.
É fazer coisas úteis, perceber em si o putrefato a fim de buscar uma melhora, é principalmente aprender a amar e demonstrar esse amor para todos aqueles que amamos e que nos amam.
E é importante que façamos disso essencialidade, pondo outras questões como complementares.
E que façamos todos os dias como se cada um deles fosse o último.
Como se fosse nossa última chance de mostrarmos que não somos seres repudiáveis porque falhamos ou por nossas más ações. Mas, por aqueles momentos em que não desejamos reverter esse quadro.
Faça-o. Faça-o, pois amanhã, talvez, poderá não estar mais entre nós.
Peça ajuda se necessário
Não vivemos sozinhos no mundo_ É uma frase que ouço com frequência de minha genitora
E tento progressivamente mostrar-me melhor e tentar ser melhor, ainda que, por vezes, seja tão difícil.
E é engraçado que as dificuldades vêm, às vezes em aspectos mais simples como: demonstrar aqueles de quem gostamos o quanto gostamos deles
É engraçado que hoje, por mais que eu tenha tantas ambições e receios e fobias e obsessões o meu maior objetivo é me superar como ser humano.
E por mais que eu seja uma pessoa ciumenta e muitíssimo apegada a pessoas, coisas, momentos... entristecer-me-ía se tivesse de deixar isso aqui agora, mas não pelo fato de não concretizar planos ou por ser jovem e bem afeiçoada, mas pelo receio de não ter mostrado que não sou o que muitas vezes eu demonstro.

_Por que você é assim? _ouvi recentemente _Não sei... eu só sou

Não sou por completo indiferente como demonstro, sou, inclusive mais empática do que gostaría. Não sou insensível, eu só prefiro evitar demonstrar sempre que consigo ou talvez, muitas vezes, eu o faça involuntariamente por estar treinada a tal.
Eu tenho, em minha mente, pessoas que são muito especiais para mim e, talvez elas nem saibam ou não acreditem quando eu faço algumas declarações como forma de compensar o tanto que sou afastada e bipolar.
E me vejo, hoje, pedindo não para ganhar na loteria ou ter a mansão do Michael Jackson como há alguns anos quando ainda criança. Hoje peço, ainda que nem sempre com fervor, que eu consiga ser, até ir-me desta, uma pessoa melhor.
Pois é tudo tão efêmero
Nós vivemos para trabalhar ou trabalhamos para viver
E ganhamos dinheiro
E buscamos provar às pessoas o quão somos bons

Não quero ser hipócrita: Eu não estudo para ganhar menos que 5 mil reais mensais, mas o que quero dizer é que: o errado não é acumularmos títulos e patrimônios. Mas, apegar-mo-nos a coisas que nos serão tiradas quando menos imaginarmos e esquecer-mo-nos do que é imprescindível em nossas vidas. Quando estivermos no auge..quando, enfim decidirmos aproveitar todas as nossas conquistas de longos anos e só nesse momento perceberemos que nada disso tinha tanta importância.
É engraçado como o tempo passa e nossa mente muda
Como passamos, muitas vezes, a rever valores e o que valorizamos 
Como a vida e o tempo nos ensina
Eu, que me considero tão precoce e individual
Que fui julgada como mais clichê que possa imaginar, erroneamente.
E quem disse que o clichê às vezes não é legal?
Eu que, por trás da serenidade e maturidade tenho em mim uma criança e uns tantos pensamentos e desejos considerados superficiais
Se hoje me fosse, não sei o que sentiría, mas , com certeza, de algo sei: Não morrería triste por saber que não pude ser a garota mais bela ou bem sucedida em minha profissão ou porque não me mudei para a Alemanha, EUA ou Suíça e me casei com o cara que daría a melhor genética a meus um ou dois filhos, ou porque ele não era um médico ou jogador de futebol, e por mais ilusório que pareça a muitos, além de estabilidade me desse todo amor.
Sim, gostaría de ter tudo isso ou é apenas fantasia de jovem sonhadora, mas não sería a não conquista de tais que me deixaría triste caso uma fatalidade ocorresse antes mesmo de tentar, mas somente o fato de saber que eu pude e tive a oportunidade de ser um indivíduo melhor, e que tive a consciência disso e do que preciso melhorar ,contudo não consegui o fazer.


#UmaHeliofóbica

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inconstância!!!

E assim como o percurso do dia, oscilo por entre humores que batem entre um e outro extremo.
Não sou meio termo, não consigo ser, não nasci assim
Posso ser várias, sendo, ainda assim, eu mesma: a mais grossa, a mais insensível, a mais apática, como também, a mais delicada, a mais carinhosa, a mais amiga.. Mas não a todo momento
Eu posso ver-te hoje e soltar fogos por estar com inexprimível saudade e amanhã simplesmente ignorar sua mensagem no app 
Ou pode, também, ser o inverso
Sou imprevisível principalmente para mim
Inintendível e confusa e que causa confusão em certos eus, mas não venha me confundir com outrem. Aliás, não há como
Não finjo, eu sou..
Eu sou quem sou, quer gostem ou não
A mais distinta e normal
A mais clichê e surpreendente
Surpreendente a cada declaração inesperada, a cada ação, a cada gesto, a cada mistério e coisas que guardo comigo
Eu sou insconstância, teimosa e persistente, e sou eu
Sou chata, mas não com todos, nem a todo momento com aqueles com quem sou
E se sou contigo agradeça, pois me importo de alguma forma
E caso seja eu intransigente para com você, não me leve a mal, estou apenas sendo eu
Sou bipolar, paranoica, compulsiva por algumas coisas
Paciente para tantas e para outras simples, sai da frente
Quando pouco quero algo, não sou de insistir. Principalmente quando um desafio maior é me dado ou algo simplesmente mais instigante me aparece.
Adoro coisas que me instigam, adoro desafios e "impossíveis".
E quando desejo veemente alguma coisa...faço minha, uma fala do venerado Machado de Assis:

Machado de Assis diz em uma de suas obras "Deus te livre, leitor, de uma ideia fixa; antes um argueiro, antes uma trave no olho. Vê o Cavour; foi a ideia fixa da unidade italiana que o matou".

Em 19 anos, posso lhe afirmar, leitor, uma vez que deve estar chocado com as declarações dadas, nunca houve, dos que estiveram comigo, quem reclamasse pela pessoa que sou. Aliás, até houve e há vez ou outra uma reclamação de alguns traços ou ações, mas que são insuficientes para que tais digam que não dá mais para conviver comigo.
Sabe por que?_ Porque apesar dos pesares, apesar de algumas vezes não ser a mais amorosa eu sempre demonstro involuntariamente o quanto gosto de quem realmente gosto kkk, ou ao menos tento demonstrar o quão são importantes para mim.
Não sendo presunçosa, apenas sendo eu, sincera, credível, futura jornalista, que a cada dia tem mais certeza de quem é, do que quer e de que não precisa mudar exatamente nada para ser aceita ou ser amada.

#UmaHeliofóbica


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O ingrediente para o sucesso

Nas telenovelas, são oferecidos ao público, por trás de uma forma de diversão barata, estereótipos que muitas vezes definem a forma de muitas famílias verem a realidade.
Procuram, essas mídias, a todo custo, pôr nas mentes das pessoas: Seu filho é rebelde ou A razão do atrito entre vocês é a falta de dinheiro ou ainda em outros contextos, agora sendo a família abastada, ele só está interessado nos bens que recebe e na futura herança.
Não estou a falar que não existam casos assim na realidade. Em contrapartida, digo que são uma minoria e a frase que exime as novelas da culpa: "Esse programa não tem relação com a realidade" (algo assim, corrijam-se se estiver errada), querendo ao mesmo tempo empurrar aspectos de tal tipo em cada "lançamento", praticamente idêntico ao anterior, só demonstram o quão desprezíveis são, pois sabem a força sob a maior parcela e se apropriam disso.
Quero falar que essa falácia não é a razão para maus relacionamentos entre pais e filhos. E parem pais de acharem que o que estão a fazerem de errado é não terem dinheiro para comprar o novo I-PHONE.
Se olharmos com afinco as histórias das pessoas e no que se tornaram, perceberemos que a carência não é de bens materiais, tampouco que se faz correta a denominação de adolescentes como: Criaturas que gostam de quebrar o sistema e se revoltarem".
Estamos diante de um problema que passa imperceptível. Visto que vivemos em uma sociedade materialista , e sendo tal questão impalpável, não se é possível para muitos mensurá-la e compreendê-la. Colocando, então, a culpa das frustrações nas não aquisições, bem como os sucessos e felicidade em compras.
Então o que falta?
_Amor, meu caro leitor.
Eu sei que não sou a pessoa correta para falar sobre tal, mas juro-te que não irei me aprofundar.
Nossas crianças estão sendo criadas em uma era moderna cheia de prós e contras. Nunca, talvez, arrisco-me a dizer, teve-se tanto e faltou-lhes o primordial.
Não sou eu adepta a muitas questões conservadoras, ainda quando assim fui definida (estou largando), mas, sejamos francos: São raras, e digo isso por que nunca ouvi nenhum relato nesse aspecto, as pessoas mais idosas, que reclamam do modo como foram educadas ou que punham a culpa nos pais pelo insucesso.
_Mamãe sempre nos ensinou a dividir. E para além das dificuldades, ela nunca deixava que faltasse nada. E ainda assim, sempre andávamos bem vestidos, ela mesma fazía nossas roupas. _Falas de gratidão e reconhecimento vindas de uma pessoa que, embora tenha vivido uma época de grandes dificuldades, tornou esse apenas um acessório em seu discurso extremamente focado em demonstrar em palavras o quanto sua mãe a amou.
Sei que os tempos são outros, sei que as coisas vão além do que aparentam serem.
Eu sei que existe uma raíz para todo problema, e é por isso que digo que jovens não se marginalizam propriamente pela falta de um tênis de marca, como muitos afirmam. E que muitos fogem de casa não é por que são rebeldes.
É preciso olhar para além, através do espelho que retrata, sem muitas minúcias numa primeira vista.
É preciso notar e compreender que há a falta, mas que ela está nas pequenas coisas, e não em tudo aquilo que culpabilizam pelo que os jovens estão se tornando.

#UmaHeliofóbica